21/11/2020 às 14h41min - Atualizada em 21/11/2020 às 14h41min

Black Friday: evolução do e-commerce durante a pandemia gera expectativa de vendas recordes

Das grandes varejistas às pequenas e médias empresas, comerciantes se digitalizaram durante o isolamento social para conter o coronavírus e apostam na data para compensar parte das perdas que tiveram.

Fonte G1
Magazine Luiza: vendas da empresa no e-commerce cresceram 148% no terceiro trimestre de 2020. — Foto: Divulgação/Magazine Luiza

A diminuição dos gastos com serviços e a alta digitalização dos negócios durante a pandemia do novo coronavírus criaram a equação para uma Black Friday histórica em 2020. É essa a previsão das principais empresas de análise de mercado consultadas pelo G1 sobre a data comercial.

A Neotrust/Compre&Confie estima que a Black Friday deste ano será 77% maior que a do ano passado, com quase 11 milhões de pedidos e R$ 6,9 bilhões em faturamento. A Ebit|Nielsen é mais conservadora e acredita em uma alta de 27% nas vendas comparadas a 2019.

A data sempre foi um marco das vendas digitais e promete ser uma prova de fogo do e-commerce brasileiro em ano de pandemia. O efeito das restrições às lojas físicas farão crescer em 70% o comércio eletrônico neste ano, segundo projeção da Neotrust. E o movimento não se limitou aos grandes varejistas, já que pequenas e médias empresas também tiveram 118% de crescimento de faturamento online apenas entre fevereiro e agosto.

"A pandemia deu resposta brusca a quem acreditava que poderia viver só no varejo físico. O modelo de sucesso é integração total, seja para utilizar loja como showroom ou ponto de coleta de produto", diz André Ricardo Dias, CEO da Neotrust/Compre&Confie.


 
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