06/10/2020 às 13h02min - Atualizada em 06/10/2020 às 13h02min

Acidente com lancha em Vitória: após mais de dois meses, causas ainda são investigadas

A Capitania dos Portos e a Polícia Civil investigam o acidente – ocorrido no dia 25 de julho na Baía de Vitória – que vitimou a universitária Bruna França Zooca. Prazo para a conclusão do inquérito é de 90 dias, prorrogáveis pelo mesmo período

Fonte A Gazeta
Lancha Diamante, de propriedade de José Silvino Pinafo, que se envolveu em acidente na Baía de Vitória no dia 25 de julho. Crédito: Reprodução/Redes sociais

Após pouco mais de dois meses, a Polícia Civil e a Capitania dos Portos ainda não concluíram as investigações do acidente com a lancha Diamante – ocorrido na Baía de Vitória – que matou a estudante de fisioterapia Bruna França Zocca, de 25 anos, no dia 25 de julho deste ano. A jovem era noiva do empresário José Silvino Pinafo, dono da embarcação, e perdeu a vida depois que a lancha bateu contra um píer particular. Ao todo, sete pessoas estavam na embarcação no momento do acidente.

Com as investigações, a Polícia Civil e a Capitania dos Portos querem saber se a lancha estava em alta velocidade e se o piloto havia ingerido bebida alcoólica antes de assumir a direção da embarcação. Testemunhas já foram ouvidas, assim como o proprietário da lancha – que possuía habilitação e era quem pilotava.

O ACIDENTE

No fim da tarde do dia 25 de julho, um sábado, a lancha Diamante bateu contra o píer de uma empresa particular na altura da Ilha do Príncipe, na Baía de Vitória. Dos sete ocupantes, a universitária Bruna França Zocca acabou morrendo com o impacto contra a estrutura. Outras três pessoas ficaram feridas, entre elas o piloto.
 

A estudante de Fisioterapia Bruna França Zocca morreu em acidente com lancha em Vitória. Crédito: Montagem A Gazeta/ acervo pessoal

Imagens obtidas pela reportagem na época mostraram que havia bebida alcoólica na lancha. Momentos antes do acidente, a jovem, que estava na parte dianteira da embarcação, postou vídeos do passeio que fazia com os demais. O noivo dela, José Silvino, teve 11 costelas fraturadas na batida e precisou ser internado. Pedaços da lancha ficaram presos ao píer.

A Capitania dos Portos tem até 90 dias para concluir as investigações. Caso necessário, este prazo pode ser prorrogado pelo mesmo período. Já a Polícia Civil informou que segue investigando o acidente e não passará detalhes que possam interferir no processo investigativo.

Com informações de Tiago Félix, da TV Gazeta
Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »