17/10/2019 às 20h06min - Atualizada em 17/10/2019 às 20h06min

Venda de refrigerantes em escolas públicas e privadas pode ser proibida no ES

Fonte ESHOJE
O Projeto de Lei (PL) 1755/2007, que proíbe a venda de refrigerantes em escolas públicas e privadas do 1º ao 9º ano, tramita desde 2017, e pode ser votado no Plenário da Câmara dos Deputados a qualquer momento.

No Espírito Santo, a Secretaria Estadual de Saúde (SESA) informou que as autoridades capixabas também estão no debate.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de de Geografia e Estatística (IBGE), 1 em cada 3 crianças com idade entre 5 a 9 anos está com excesso de peso ou obesidade. Em uma lata de refrigerante há cerca de 37g de açúcar, o equivalente a cerca de 7 colheres e meia de chá.

A medida, de acordo com a SESA, faz parte do Projeto Saúde na Escola (PSE). “O PSE tem o objetivo de contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde, com vistas ao enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças e jovens da rede pública de ensino”, explicou, em nota.

Caso a medida seja aprovada, fica proibida a venda de refrigerantes nas escolas de educação básica públicas e privadas.
Por isso, os sistemas de ensino deverão estabelecer as normas e procedimentos para o cumprimento desta Lei no âmbito de suas respectivas redes de ensino.

Na internet, a medida causou polêmica. A hashtag #EscolaSemRefrigerante emplacou os trending topics por mais de duas horas.

O Projeto de Lei desagradou alguns internautas. Entretanto, uma movimentação também online, está sendo feita em apoio à medida. Uma petição pode ser assinada por qualquer um que quiser demonstrar apoio à causa.

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