26/12/2016 às 19h32min - Atualizada em 26/12/2016 às 19h32min

Assassinato de gerente comercial em Baixo Guandu ainda é mistério para a polícia

Segundo o delegado responsável pelo caso, Jonas Felipe Mendes da Silva era um rapaz tranquilo e não tinha problemas com ninguém. Polícia ainda investiga a hora em que o crime foi cometido

Fonte Folha Vitória

Jonas foi encontrado morto na manhã deste domingo - Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Baixo Guandu, noroeste do Estado, ainda não tem pistas sobre o assassinato do gerente comercial Jonas Felipe Mendes da Silva, de 28 anos. O rapaz foi encontrado morto pela mãe, na manhã de domingo (25), dentro do apartamento em que ele morava, no centro da cidade. No corpo dele, a polícia encontrou oito marcas de tiros.

De acordo com o delegado Deverly Pereira Junior, responsável pela investigação do crime, duas pessoas foram ouvidas até agora: a mãe do rapaz e o proprietário do imóvel onde Jonas morava. Segundo o delegado, vizinhos também serão interrogados.

"Nós precisamos saber que horas os tiros foram ouvidos, para delimitarmos o horário em que o crime foi cometido. Sabemos que esse imóvel tem vários moradores e certamente alguém ouviu os disparos", ressaltou.

Segundo Deverly Pereira Junior, o crime ainda é um mistério já que, a princípio, Jonas não teria nenhum desafeto na cidade. "Ele era um rapaz tranquilo, não tinha problemas com ninguém. Portanto, vamos continuar investigando para ver se identificamos algum suspeito", frisou.

O crime

O corpo de Jonas foi encontrado pela mãe dele, por volta das 11 horas de domingo. De acordo com a Polícia Militar, ela disse que havia ido ao apartamento do filho e, após chamá-lo várias vezes, conseguiu entra no local. Ao entrar no quarto, o viu caído sobre a cama, com marcas de tiros nas costas.

A mãe da vítima ainda chamou uma ambulância, mas os socorristas constataram que o rapaz já estava sem vida. Peritos da Polícia Civil também foram acionados e encontraram oito perfurações de tiros, todos nas costas de Jonas.

Ainda segundo os peritos, a arma utilizada no crime possivelmente foi um revólver calibre 38. No local, foram encontrados dois prejetis. Vizinhos disseram não ter ouvido barulhos de tiros durante a noite e madrugada.

À Polícia Militar, o proprietário do imóvel relatou ter visto, na noite anterior, o carro de um amigo de Jonas estacionado na frente do prédio. Segundo ele, esse amigo frequentava regularmente o apartamento da vítima e até tinha as chaves do imóvel.

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